terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Chegando a Ezeiza, Buenos Aires

Vista do Obelisco - Buenos Aires

         Quando se chega à EZEIZA, têm-se muitas opções para ir ao Centro de Buenos Aires (35 Km). Para quem está em grupo vale contactar um transfer antes de viajar e combinar tudo. As opções (atualizadas em janeiro de 2015) são: o táxi, contratado dentro do aeroporto cobra uma tarifa única de 400 pesos; o serviço do Manuel Tienda Leon custa 140 pesos por pessoa e não deixa no hotel, o desembarque é realizado no terminal próprio deles que fica em Puerto Madero e de lá tem que pegar um táxi até o hotel, se estiver em casal não vale a pena... Outro serviço é de uma van que faz transfer chamada Aerobus Ezeiza, em outro blog foi dito que o preço é em conta e leva-se em conta o número de bagagens. O que se gasta a menor quantidade possível de dinheiro (4,70 pesos por pessoa) e leva uma eternidade para chegar ao Centro (2 horas) foi a opção escolhida por mim e meu esposo: o ônibus número 8. O problema: tem que ter o cartão SUBE abastecido (o cartão custa 20 pesos) ou ter o valor da passagem em moedas, não adianta ter em notas, o motorista não aceita (se você chegou ao aeroporto com alguns pesos, porém não tem moedas, sugiro fazer a troca na loja de doces, farmácia...). Saindo do aeroporto, seguir pela área coberta até o estacionamento, lá tem um ponto de ônibus. No ponto conversamos com algumas pessoas para saber se alguém trocava a nota que tínhamos (de 10 pesos) por moedas, porém ninguém trocou. Um senhor falou que era para a gente entrar no ônibus que ele passaria no cartão dele (SUBE). Foi o que aconteceu, embarcamos, ele passou em seu cartão e depois paguei a ele até com uma nota de 20 pesos, agradecida pelo favor, só que ele pediu a de 10 pesos que era o que pagava realmente! Quando li sobre o ônibus e que levava 2 horas para chegar ao centro e passava por vários bairros da periferia, fiquei preocupada... Quando começamos a entrar nos bairros (realmente o ônibus roda tudo!), percebi que (pelo menos de dia) não há o que se preocupar, a periferia deles não tem comparação quando você pensa em uma periferia de uma cidade como Rio ou São Paulo. O único inconveniente é que a viagem dura eternas 2 horas... O hotel que reservamos ficava em frente ao Obelisco, e o ônibus nos deixou a uma quadra do mesmo (pedi informação ao motorista que foi muito solícito e gentil). O que eu percebi nesta viagem no ônibus número 8: o motorista não mexe com dinheiro, os passageiros ao entrarem no ônibus dizem qual o destino, o motorista aperta uma tecla e o valor é cobrado na máquina do SUBE ou no das moedas. Não há ticket e nenhum fiscal no ônibus monitorando se aquele que pagou um determinado trecho já desceu... 

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